2. Traduções


A Contrarrevolução Bolchevique

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A inclinação contrarrevolucionária da União Soviética era previsível. Bakunin previu perfeitamente como uma “ditadura do proletariado” rapidamente se transformaria em mais uma ditadura sobre o proletariado, 50 anos antes dela ocorrer. Nos anos seguintes, muitos outros anticapitalistas chegaram à mesma conclusão.

Olhamos cem anos para trás e recordamos o aniversário do massacre bolchevique contra operários, trabalhadores, camponeses, prostitutas e camaradas anarquistas que, inúmeras vezes, lutaram lado junto ao Exército Vermelho no combate contras as forças do Czar e imperialistas alemães que queriam restaurar a ordem que submetia milhões a desigualdade e a miséria. Hoje, quando muitas pessoas que não viveram o Socialismo de Estado de verdade e propagam uma versão higienizada dos acontecimentos, é essencial entender que os Bolcheviques dispensaram parte de sua repressão mais sangrenta não contra os contrarrevolucionários capitalistas, mas contra trabalhadores, anarquistas e companheiros em greve socialistas. Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo. Se acharem difícil de acreditar, por favor, vejam nossas citações, consulte a bibliografia no final e investigue por conta própria.

Viva a Revolução de 1917! Abaixo todos os ditadores, representantes e políticos!


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No mês de julho de 2019, o governo da Turquia anunciou que está pronto para invadir Rojava, território autônomo e autogerido no norte da Síria, para reacender a guerra civil no país. O presidente Erdogan quer massacrar pessoas que derrotaram o grupo jihadista, terrorista e fascista conhecido como Estado Islâmico.

Em dezembro de 2018, após o anúncio surpresa do presidente Donald Trump de que ele está retirando da Síria as tropas dos EUA que ajudaram a barrar os avanços dos jihadistas, anarquistas combatendo em Rojava escreveram esse artigo, explicando o que isso significa para a região e quais são os efeitos em escala global. É preciso entender o que se passa e que coloca em risco a vida de milhões de pessoas que lutam há anos em uma guerra pela liberdade e há séculos pelo direito de existir.

Está chegando o Dia X, o começo de uma invasão turca: tomem as ruas, realizem ações, ocupem, perturbem e bloqueiem! Mostre aos responsáveis nos escritórios do governo e nos locais de trabalho o que você acha da guerra deles! Juntos podemos parar a guerra de agressão da Turquia! Nenhuma guerra contra o norte da Síria!

A revolução no nordeste da Síria sairá vitoriosa, todo fascismo será esmagado!

Mais informações:

riseup4rojava.org

internationalistcommune.com


comoComo iniciar um incêndio: um convite

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Publicação anônima lançada simultaneamente em diversas línguas. Um chamado para a organização imediata e reapropriação da vida em comunidade como uma forma de vida para resistir ao capitalismo moderno.

 

 


Ansiedade no CapitalismoSeis teses sobre Ansiedade no Capitalismo

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O que poderia combater a ansiedade? Teremos nós que brigar com guardas de segurança, companhias de seguros, comunidades religiosas e antidepressivos em seu próprio jogo, fazendo de alguma maneira as pessoas se sentirem salvas em um mundo hostil e perigoso? Tentar aliviar a ansiedade ao invés abolir as condições que a criam certamente seria fracasso. Devemos aceitar o cenário de pior dos casos como uma conclusão precipitada e correr de encontro para ela, transformando nossa ansiedade em uma arma? Se a ansiedade é a guardiã onipresente da ordem atual, ela também pode ser um perfeito ponto de partida para a resistência – mas isto não responde como xs já imobilizadxs por ela poderiam realizar tal alquimia.


[ Baixar PDF] Não Existem Insurreições Democráticas:

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Adaptação do capítulo do livro publicado originalmente com o nome “Querem nos obrigar a governar: Não vamos cair nessa provocação“. O texto trata da relação entre os levantes da Primavera Árabe, o movimento Occupy na Europa e nas Américas, as insurreições no leste europeu, Brasil e Turquia com a ideia de democracia – seja direta, indireta, parlamentar ou ditatorial: “As eleições não têm nada de particularmente democrático: os reis foram durante muito tempo eleitos e raros são os autocratas que dispensam um pequeno prazer plebiscitário de quando em quando. Eleições são democráticas apenas na medida em que permitem assegurar não uma participação das pessoas no governo, mas uma determinada adesão a este, através da ilusão de o ter escolhido uma parte minúscula do processo.

1. Fisionomia das insurreições contemporâneas 2. Não existem insurreições democráticas 3. Democracia não é mais que um governo em estado puro 4. Teoria da destituição.


w.capaGOOGLE-web.cleanedFoda-se o Google

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Fragmento do livro Aos Nossos Amigos do Comitê Invisível que trata da expansão tecnológica e política sobre as formas de governo e controle social. “Uma empresa que mapeia todo o planeta, enviando equipes para fotografar cada rua de cada cidade não pode ter interesses apenas comerciais. Ninguém mapeia um território sem intenções de dominá-lo. ‘Don ́t be evil’”.

1. Não existem “Revoluções de Facebook” mas uma nova “Ciência de Governo”, a Cibernética. 2. Guerra a tudo que for Smart! 3. Miséria cibernética. 4. Técnicas contra tecnologia.


capaTipo Exportação: desmontando as mentiras de José Mujica

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Texto produzido por anarquistas no território dominado pela tirania do Estado Uruguaio. O objetivo é desmistificar a imagem de “representante do povo” ou das classes mais humildes que José Mujica criou em torno de si para chegar e se manter na presidência de 2010 até 2015. Em um momento onde presidentes mulheres, negrxs, de origens indígenas ou trabalhadoras estão a frente dos maiores Estados das Américas, é importante analisarmos essa estratégia de dissociação de classe com a qual profissionais da política se beneficiam de uma identidade minoritária para manter o Capitalismo funcionando em seus países sob a fachada de avanços sociais.

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